Mar/Abr - 2016 - nº 191

Redução de custos e prudência nos investimentos: veja a recomendação do Sindilav para 2016

Presidente José Carlos Larocca orienta que lavanderias sejam estratégicas, para enfrentar melhor o ano de crise. 

Com a previsão de um 2016 não tão diferente de 2015, quando o país enfrentou uma grave crise que afetou vários setores da economia, o segmento de lavanderias continua seus esforços para minimizar os impactos do que pode ser mais um ano ruim. O presidente do Sindilav, José Carlos Larocca, fez uma análise do atual momento do setor e as perspectivas para 2016, recomendando cautela aos donos de lavanderias.

De acordo com Larocca, o nível de atividade econômica continuará baixo neste ano. Por isso, é necessário muito cuidado para uma boa administração no período. “No momento, não recomendamos grandes investimentos, até que a política econômica do governo mostre firmeza. No nosso entendimento, as estratégias para driblar a crise são manter o custo operacional enxuto, oferecendo preços atraentes aos clientes; fazer campanhas e melhorar o atendimento e a qualidade do serviço”, destaca Larocca.

O presidente do Sindilav explicou que todos os segmentos de lavanderias estão sendo afetados pela crise. Segundo ele, o setor industrial continua com preços defasados; o doméstico está sendo altamente afetado pelo poder econômico da população; e o hospitalar também vem sentindo os efeitos da retração.

Algumas iniciativas do Sindilav em 2015 serviram para amenizar os impactos da crise nas empresas do segmento e podem ser consideradas como importantes conquistas. Entre elas, a autorização junto ao DSV para que caminhões de lavanderias hospitalares possam continuar circulando livremente nas áreas restritas; e a campanha ‘Use Lavanderia’, para mostrar como as lavanderias especializadas economizam água e energia elétrica, tornando os serviços mais acessíveis do que se imagina.

Apesar das notícias não serem tão animadoras para 2016, o Sindilav continuará trabalhando intensamente para a melhoria do segmento, para o aprimoramento da tecnologia e para o aumento do emprego formal.

Fonte: http://goo.gl/mMCqO0


 

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