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Mai/Jun - 2012 - nº 168

Passando a limpo: Lavanderias Domésticas

Quais são os principais desafios enfrentados pelas lavanderias, no dia a dia? Será que existe algo que possa ser feito para melhorar seu trabalho beneficiando não só os proprietários, mas também seus clientes e funcionários?

Para responder essas perguntas, a partir desta edição o Sindilav Notícias inicia uma série de matérias recheadas com informações específicas sobre cada segmento de lavanderia: doméstica, decoração, EPI’s, hospitalar, hotelaria / motel / restaurante e jeans. A intenção é compreender melhor o dia a dia de nossos associados, para que possamos identificar, setor a setor, as principais dificuldades e assim buscarmos, juntos, as melhores soluções.


Por quilo ou por peça?
Já são mais de sete mil lavanderias domésticas no país. Com a previsão de crescimento para o setor e o aumento da demanda de serviços, é preciso ter cautela quando o assunto é a cobrança da lavagem das peças. Apesar da competitividade, o preço nem sempre é o mais importante.
Para Roberto Weiser da Chuá Lavanderia, que trabalha no ramo há 27 anos, a lavagem a quilo apresenta muitas vantagens, desde que bem administrada. “Existem peças finas, caras e delicadas, que precisam de cuidados especiais e não podem ser colocadas para lavar no quilo. Em alguns casos soltar um simples fiapo pode custar muito caro para a lavanderia”, afirma.

DICA: Cobre separadamente pelas peças que precisam de maiores cuidados – blazers, vestidos, meias finas, roupas delicadas, etc. Assim, você presta um serviço de qualidade e não compromete a imagem de sua lavanderia.

 

Mão de obra qualificada, onde encontrar?
Outro desafio comum apresentado pelos entrevistados é a dificuldade em encontrar mão de obra qualificada para as vagas disponíveis no mercado. “Sinto que faltam cursos voltados para o nosso setor. Está cada vez mais difícil encontrar pessoas dispostas a executar esse trabalho”, afirmou Paulo Onofre, que possui experiência de 13 anos e é proprietário da Planche Lavanderia (filiada 5asec).

DICA:
Invista em seus funcionários. O interesse, muitas vezes, conta mais que a experiência. O SINDILAV oferece alguns cursos para auxiliar as lavanderias na capacitação de suas equipes – inclusive cursos que são exigidos pelo Ministério do Trabalho. Para conferir nosso calendário, basta acessar:
http://sindilav.com.br/servicos-palestras.php

O SENAC também oferece cursos que podem ser úteis para o setor. A boa notícia é que o SINDILAV possui convênio com essa instituição e o benefício pode ser utilizado pelos seus associados e contribuintes. Para ficar por dentro dos cursos e para mais informações sobre o convênio, acesse o site: www.sp.senac.br ou procure o Sindilav (11) 3078-8466.

Confiar ou não confiar nas etiquetas?
Outra grande dificuldade enfrentada pelas lavanderias domésticas são as informações das etiquetas nas roupas.
“Às vezes poucas, às vezes genéricas demais, e muitas vezes, incorretas”, afirmou Sr. Alaor Chiodin, da Lavanderia Wash que atua na área há 37 anos.

DICA:
Conheça bem a legislação para entender o que é obrigatório para essas empresas, quanto à etiquetagem. Algumas dessas inclusões obrigatórias são: nome ou razão social e identificação fiscal do fabricante nacional ou do importador; país de origem; indicação do nome das fibras ou filamentos e sua composição expressa em percentual; tratamento de cuidado para conservação e Indicação de tamanho. Você pode verificar as regras com mais detalhes acessando a cartilha Têxtil do IPEM, no link http://goo.gl/ffRbW

Quando as empresas não cumprirem essas obrigações, entre em contato com o órgão fiscalizador responsável para que ele solicite as alterações e adequações necessárias. Se cada lavanderia fizer a sua parte, em breve as empresas fiscalizadas serão obrigadas a se adequarem às normas e casos assim se tornarão exceções.
O SINDILAV, atento aos interesses de seus associados, aproveitou o 2° Workshop interno sobre regulamentação têxtil – realiza do nos dias 26 e 27 de junho, na sede do Inmetro – para solicitar aos organizadores a inclusão deste tema na pauta do evento.

Opções de atendimento a denúncias, reclamações ou críticas Ipem – SP
• Preencha o formulário no site:
http://www.ipem.sp.gov.br/fale/formouv.asp
• Envie um e-mail: ouvidor-ipem@ipem.sp.gov.br
• Vá pessoalmente ou envie uma carta:
Rua Santa Cruz, nº 1.922 – Vila Gumercindo – São Paulo/SP – CEP: 04122-002 – Caixa Postal 42.386
• Ou ligue para a ouvidoria: 0800-0130522 ou (11) 3581-2035 / 2019 fax: (11) 3581-2022 (para outras localidades).



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